27 de agosto de 2026 · Por Jean Hebert
Melhor selante para pneu de ônibus: TEX PRO PLUS sem parada
Em resumo
O TEX PRO PLUS veda furos de até 12 mm na banda de rodagem de pneus de ônibus, com pH neutro, aplicação única e compatibilidade com TPMS e recapagem.
O TEX PRO PLUS é um gel de alta viscosidade com fibras de aramida e polímeros que age de dentro para fora. Quando um prego perfura a banda de rodagem de um pneu de ônibus, o gel entra no furo; partículas sólidas e fibras formam um tampão flexível e permanente, ancorado na carcaça. Mais de 90% dos furos em operação acontecem na banda de rodagem. A capacidade é de furos de até 12 mm — e, dependendo da estrutura, até mais. Sem carcaça sadia, não há vedação. O pH neutro (7–8) não corrói o aro, a faixa vai de −30 °C a +140 °C e a aplicação é única, sem reaplicação. É o produto para toda a categoria de ônibus: BRT, fretamento, rodoviário, transfer e turismo. Na prática, um biarticulado de BRT com furo no corredor exclusivo não pode parar. O TEX PRO PLUS veda antes que o motorista perceba a perda de pressão. Pneu rasgado ou cortado não é caso de selante.
Por que a parada por furo é o maior custo invisível de uma frota?
A parada por furo nunca é só a troca do pneu. No BRT, o veículo parado bloqueia a faixa, gera efeito dominó nas linhas seguintes, reclamação no SAC e multa de concessão. No fretamento executivo, um prego na Marginal Tietê coloca um passageiro de terno no acostamento — a impressão é de que a operadora não preveniu. Os KPIs que sangram: hora parada do veículo e do motorista, custo de reparo, socorro, recalibragem sistemática e pneus bons destruídos por conjunto descalibrado. O selante ataca a causa: manter o pneu calibrado. Sem selante, a calibragem ideal dura cerca de 10 a 15 dias. Com o TEX PRO PLUS, a pressão se mantém por semanas ou meses enquanto o pneu estiver em serviço. Carcaça calibrada aquece menos — chega a rodar até 30 °C mais fria, ganho de segurança no calor no pneu.
Para o panorama completo do segmento, veja o guia completo de blindagem de pneu para ônibus.
Aplicação: como a dose certa veda antes da parada
A aplicação é pela válvula, sem desmontar. A dosagem segue a tabela do manual: pneu de ônibus rodoviário, maior e em regime de carga contínua, pede dose maior que pneu urbano; muitos furos ou furo além do ombro exigem dose acima da tabela. Ferramental: saca-válvula, bomba/seringa, bag de auto aplicação, jarro graduado, manômetro e trena. Procedimento: após aplicar, calibre com 15 PSI acima da pressão ideal, rode para uniformizar e ajuste para a pressão de trabalho. Nunca quique o conjunto roda-pneu após a uniformização. O ajuste de nivelamento resolve furo fora do padrão: enche-se um pneu na vertical com água até o nível de referência, anota-se o volume e replica-se na frota. Antes de tratar, o sulco mínimo é 5 mm; no TWI (1,6 mm), o pneu é troca, não tratamento. Não se aplica em pneu careca ou defeituoso.
TPMS, recapagem e balanceamento: compatibilidade que a operação exige
Ônibus modernos têm TPMS, e o TEX PRO PLUS é seguro para eles: pH neutro, sem colas nem adesivos. Na reforma, é solúvel em água e sai na lavagem no serviço de recapagem, sem agredir a carcaça. Um reparo vulcanizado, em alguns casos, inutiliza a carcaça para a próxima reforma; o selante preserva a aptidão à recauchutagem e pode aumentar o número de reformas. O balanceamento hidrodinâmico preenche microdeformações na rolagem, sem desbalancear. Há o efeito indireto no consumo: pneu corretamente calibrado poupa, em média, 8% de diesel e cerca de 6% de gasolina, e aumenta a vida útil entre 25% e 35%, segundo a literatura dos fabricantes de pneus. O selante não é o autor desses números — é o que mantém a calibragem ao longo do tempo.
O retorno medido em KPI de garagem
Para o gerente de garagem, os KPIs que mudam: hora parada do equipamento e do motorista, custo e número de reparos, acionamento de socorro, recalibragem sistemática, estouros no ano (e danos colaterais como para-lama e parte elétrica) e pneus perdidos por microfissura de talão — carcaça boa descartada porque não fecha na montagem. Cada parada evitada é uma rota que não estoura o SLA. O custo do pneu tratado fica, em média, entre 10% e 15% do custo de um pneu novo. A aplicação é única e o produto dura até o pneu ser desmontado para reforma. A TEX mantém dossiê técnico, laudos laboratoriais e atestados de conformidade, com químico responsável registrado no CRQ — munição para licitação e contrato de concessão.
”Até 12 mm” depende da carcaça: o que o gestor precisa saber
A capacidade é sempre “até 12 mm ou mais”, nunca garantia fechada. O alcance real depende da estrutura e da qualidade da carcaça, que variam entre pneus da mesma medida. Não é ressalva comercial: sem estrutura, não há vedação. Furos no ombro e no flanco não são cobertos pela dose padrão; pneu rasgado, cortado ou arrombado não é caso de selante. Quando o pneu é tratado desde a primeira vida útil e a carcaça é boa, o reparo é imediato e definitivo — enquanto a carcaça estiver íntegra. O selante não torna pneus indestrutíveis; ele elimina a parada por furo dentro do limite, preserva a carcaça para a reforma e mantém a calibragem. Antes de tratar a frota, consulte o manual de aplicação e faça vistoria: sulco mínimo, banda, talão e aro. É esse conjunto que vira resultado operacional.
Veja os produtos TEX para Ônibus e fale com a fábrica para dimensionar a aplicação.
Ver Ônibus →