27 de agosto de 2026 · Por Jean Hebert
Pneu de máquina de mineração: TEX OTR evita parada
Em resumo
TEX OTR, aplicado preventivamente no pneu de máquinas de mineração, veda furos de até 50 mm ou mais conforme a carcaça e evita paradas na face, no túnel e no pátio.
O furo não é um incidente: é uma parada de mina anunciada
Uma pá carregadeira de grande porte (de grande porte ou de grande porte) trabalha na face da rocha com pneus de mais de três metros. Um fragmento corta a banda e, sem proteção, a produção para: não há carga para os caminhões, o macaco hidráulico de 100 toneladas precisa ser deslocado e a logística de troca no campo é absurda — em caminhão de 100 toneladas, essa hora parada passa de R$ 50 mil. Quem opera mina não procura selante para tapar furo, procura continuidade de produção. O TEX OTR é o selante preventivo que fica dentro do pneu desde a montagem: quando o furo acontece na banda e a carcaça está íntegra, veda na hora e a máquina segue no ciclo. A palavra-chave é preventivo; emergencial só existe depois do furo, e aí já houve parada, acionamento e risco de segurança.
Para o panorama completo do segmento, veja o guia completo de blindagem de pneu para otr.
Por que preventivo é a única resposta na face de rocha?
O TEX OTR é aplicado quando o pneu é novo ou remontado e cobre 100% da parede interna durante toda a vida útil. Não precisa de ativação nem de decisão no momento do furo: ele já está lá. A ação é física, não química — o gel de alta viscosidade empurra partículas sólidas e fibras de aramida (Kevlar) para dentro do furo, formando um tampão flexível ancorado na estrutura do pneu. A capacidade declarada é de furos de até 50 mm ou mais, dependendo da carcaça; a dureza Shore da borracha, o número de lonas e a qualidade do pneu definem o fator de vedação. Furo de até 12 mm, na banda de rodagem, é vedado automaticamente. Ombro e flanco não entram na dose padrão; pneu rasgado, cortado ou arrombado não é caso de selante.
O termo, na página que responde por ele: blindagem de pneu OTR.
No túnel, selante é segurança de operador e continuidade
Em mineração subterrânea, um LHD/Scoptram trabalha em galeria estreita, escura, úmida e corrosiva. Se o pneu furar, não há espaço para manutenção nem borracharia a 500 metros; o resgate é lento, caro e expõe a equipe. Com o TEX OTR, o furo na banda sela no momento em que ocorre e a máquina tem os 10 a 30 minutos de tráfego necessários para voltar à superfície. O pH neutro, de 7 a 8, e a proteção anticorrosiva em quatro camadas — inibidores de corrosão, barreira contra umidade e contra oxigênio — protegem o aro de aço no ambiente agressivo. Não é só um ganho de disponibilidade: é um componente de segurança passiva que impede o operador de ficar preso no túnel com pneu murcho. Isso muda o cálculo de risco da operação.
Calor, umidade e impacto: os ambientes que levam o pneu ao limite
No pátio de escória de uma siderurgia, o solo chega a 150 °C: qualquer microfuro dilata o ar e vira ruptura em minutos. O TEX OTR atua na faixa de −30 °C a +140 °C e, ao vedar o furo, impede que o calor transforme uma porosidade em estouro. Em demolição urbana, uma escavadeira de rodas passou sobre vergalhão de concreto de 12 mm em ângulo de 90°: o selante vedou o furo em 15 segundos — sem ele, o pneu murcha e a máquina fica instável em área com gente circulando. Em perfuratriz de solo, o pneu murcho compromete o nivelamento e o furo de explosivo sai torto; o selante mantém a calibragem por longos períodos e atua como segurança passiva onde o borracheiro demora horas para chegar. O composto dissipa e conduz calor; carcaça calibrada chega a rodar até 30 °C mais fria.
Orçamento de proteção OTR: o que o selante tira da conta
O macaco hidráulico de 100 toneladas, a borracharia em campo, a hora parada do caminhão e a produção perdida na face são os verdadeiros custos de um furo OTR. O tratamento preventivo com TEX OTR custa, em média, entre 10% e 15% do valor de um pneu novo — e é aplicação única, sem reaplicação, durando até a desmontagem para reforma. Além de vedar, o gel faz balanceamento hidrodinâmico: preenche microdeformações na rolagem e não desbalanceia o conjunto. Como é solúvel em água e não agride a borracha, preserva a carcaça apta à reforma — diferente de reparos por vulcanização que, em alguns casos, inutilizam a carcaça para a próxima recauchutagem. Segundo a literatura dos fabricantes de pneus, pneu corretamente calibrado poupa em média 8% de diesel e 6% de gasolina e aumenta a vida útil entre 25% e 35%; o selante contribui exatamente para manter a calibragem por semanas ou meses.
Como especificar, aplicar e rastrear o TEX OTR na frota?
Antes de aplicar, o pneu precisa de sulco mínimo de 5 mm e das barras TWI em 1,6 mm; careca, pneu com corte, aro empenado ou máquina desalinhada não recebem selante. A dose segue a tabela do manual por tipo e tamanho de pneu — furos atípicos, acima do ombro ou em operação com muitos furos, pedem dose acima da tabela. O procedimento de campo usa saca-válvula, bomba ou seringa, bag de auto aplicação e jarro graduado; após injetar, calibra-se com 15 PSI acima da pressão ideal, roda-se para uniformizar e então ajusta-se a pressão de trabalho. Não se deve quicar o conjunto depois da uniformização, para o gel não se acumular de novo. Cada linha TEX tem cor própria; a do TEX OTR identifica o produto original e evita falsificação. A TEX mantém dossiê técnico e laudos conforme ASTM F2370, D4827, D2240 e D2196/D445 para apresentar em licitação e ao fabricante do pneu.
Veja os produtos TEX para OTR e Máquinas de Movimentação e fale com a fábrica para dimensionar a aplicação.
Ver OTR e Máquinas de Movimentação →